
Daniel nasceu na zona sul de São Paulo (SP) e é o filho temporão de uma família com três irmãos. Cresceu acompanhando as atividades da ONG fundada pela mãe e vivendo o cotidiano do conjunto habitacional Cingapura, convivendo desde cedo com pessoas de diferentes idades. Ainda criança, gostava de brincar de dar aulas, sinalizando seu interesse pelo ensino. Mais tarde, nas Ciências Sociais e na sala de aula, encontrou um caminho para compreender a sociedade e contribuir com sua transformação por meio da educação.
Mia chegou à sua vida em 2018, ainda filhote, depois de ser encontrada dentro do motor de um carro em um posto de gasolina. Resgatada por seu pai, foi levada para casa e chamou a atenção de Daniel por se parecer com uma tatuagem de gato que ele havia feito pouco tempo antes. Apesar da resistência inicial da mãe, ele decidiu adotá-la, e Mia logo passou a fazer parte da rotina da família.
Com o tempo, a casa ganhou novos integrantes: Nina, depois Luke e Kizaru. Mia, que antes era a única gata, ajudou na adaptação dos recém-chegados. Nesse período, a família também enfrentou momentos difíceis, como problemas de saúde da própria Mia e a perda do pai de Daniel, acontecimentos que marcaram profundamente a casa e seus moradores. Entre desafios e recomeços, os gatos se tornaram parte das memórias e dos afetos que atravessam a vida da família.