
Ensaio para o Projeto Descobertas, na Casa de Criadores. São Paulo, 2021. Créditos – Pedro Jorge.
História: “Ref” para o mundo
Desfile da coleção “Mulheres no Jogo” feita pela Berimbau Brasil durante a 52ª edição da Casa de Criadores no CCSP. Na fotografia, estão: Maiwsi Ayana, Sandro Freitas e Kiara. São Paulo, 2023. Créditos – Marcelo Soubhia.
História: Não sou herói
Fotografia que ilustrou a matéria sobre a história da Berimbau Brasil e a história de vida de Sandro Freitas na edição comemorativa de 25 anos da Revista Raça, em novembro de 2021. Créditos – Ulisses Nogueira.
História: Não sou herói
Sandro no espaço cultural Ateliê Casa Judith, no centro de São Paulo. Foi onde teve a oportunidade de experimentar como artista e também poder trocar e cocriar com pessoas incríveis. São Paulo, s.d. Créditos – Guilherme Alonso.
História: Não sou herói
Sandro com o seu sobrinho, Leonardo, num balneário no interior do Maranhão. Uma lembrança especial antes de Sandro deixar a sua cidade natal e partir em direção a realização dos seus sonhos. Maranhão, 2011. Acervo Pessoal.
História: Não sou herói
Dani como modelo em campanha para marca de moda plus size. S.I. Acervo Pessoal.
História: Apagadas, invisibilizadas, escondidas
Dani em palestra sobre marcas pessoais. São Paulo, 2023. Acervo Pessoal.
História: Apagadas, invisibilizadas, escondidas
Dani Rudz grávida de 8 meses do seu único filho, João Vitor, em 2002. São Paulo. Acervo Pessoal.
História: Apagadas, invisibilizadas, escondidas
Dani em foto oficial da 4a série, no Colégio Estadual Profª Amenaide de Queiroz. São Paulo, 1983. Acervo Pessoal.
História: Apagadas, invisibilizadas, escondidas
Mônica no backstage do Primeiro Africa Fashion Week no Brasil. A marca Mônica Anjos desfilou a coleção Futuro é Ancestral. São Paulo, 2023. Acervo Pessoal.
História: Aqui ninguém é um cabide
Desfile da coleção Manifesto de Mônica Anjos. S.I. Créditos – Marcelo Soubhia/Agência Fotosite.
História: Aqui ninguém é um cabide
Mônica durante o seu Primeiro Fashion Film para a Casa de Criadores. Uma homenagem à Mercedes Baptista, no Museu de Salvador.s.d. Créditos – Acervo Pessoal.
História: Aqui ninguém é um cabide
Beatriz em uma das participações na oficina de Tullmas Andinos no CCSP. Tullmas são pompons multicoloridos usados como enfeite para o cabelo ou acessório para dançar na cultura dos povos originários andinos. São Paulo, 2023. Acervo Pessoal.
História: Porque você vai sofrer
Beatriz, seu marido Daniel e uma colega do Grupo Raza Índia em uma comemoração do dia da Independência da Bolívia, em 6 de agosto, no Memorial da América Latina. São Paulo, 1995. Acervo Pessoal.
História: Porque você vai sofrer
Beatriz e seu marido Daniel, quando ainda eram namorados, em uma festa na casa de amigos. S.I. Acervo Pessoal.
História: Porque você vai sofrer
Beatriz logo que chegou no Brasil. s.d. Acervo Pessoal.
História: Porque você vai sofrer
Guilhermo (irmão), e os pais adotivos de Beatriz, Fortunata e Manuel. Bolívia. s.d.Acervo Pessoal.
História: Porque você vai sofrer
Da direita para a esquerda, Beatriz e seu primo Juan Carlos em Oruro, quando ela tinha 1 ano de idade. Acervo Pessoal.
História: Porque você vai sofrer
Talita, no centro da foto, e a galera do Núcleo de Moda, da Fábrica de Cultura do Jardim São Luís. São Paulo, 2023. Acervo Pessoal.
História: Transmutações
Talita maquiando uma das participantes do projeto ‘Transmutações do Feminino’. São Paulo, 2022. Acervo Pessoal.
História: Transmutações
Esta é a máquina de costura que Talita ganhou de sua mãe na época da faculdade, é um objeto muito afetivo para ela. São Paulo, 2023. Créditos – Thais Bertolin.
História: Transmutações
Maria Antônia Nistal de Lira, avó de Talita, de onde ela puxou o gosto pelas roupas, cheiros e sabores. São Paulo, década de 1950. Acervo Pessoal.
História: Transmutações
Fernanda com o prêmio Glamour. Foi eleita a mulher do ano na categoria Sustentabilidade. 2019. Acervo Pessoal.
História: De onde veio? Para onde vai?
História: De onde veio? Para onde vai?
Fernanda e sua irmã Amanda, vestindo roupas idênticas, compradas pela mãe de ambas. São Paulo, 1994. Acervo Pessoal.
História: De onde veio? Para onde vai?
Grupo que participou na elaboração dos figurinos do espetáculo “Movidos pelo Silêncio mais Alto”, apresentado na Fábrica de Cultura. Projeto onde Laís é educadora de figurinos. São Paulo, 2022. Créditos – Jonatas Marques.
História: O que eu sou
Laís com seus filhos, Otto e Yan, deitada no sofá. S.I. Créditos – Ricardo Gabriel.
História: O que eu sou
Ilustração digital feita por Laís, em 2023. Créditos – Laís da Lama.
História: O que eu sou
Laís (de coroa branca) durante o concurso Miss Primavera no CEI onde estudou. São Paulo, 1995. Acervo Pessoal.
História: O que eu sou
Ao centro, Geraldo ministra o curso Sentir e Vestir a Moda. Mais do que criar, as alunas com deficiência visual deviam sempre manusear as peças. São Paulo, s.d. Acervo Pessoal.
História: O avesso do avesso do avesso
Dorina Nowill conhecendo as peças da coleção Olhar, Olhares. O desenvolvimento das etiquetas em braille das peças foi feito junto da Fundação Dorina Nowill entre 2002 e 2003. São Paulo, 2003. Acervo Pessoal.
História: O avesso do avesso do avesso
Era no Grupo Corpo, de Belo Horizonte, onde Geraldo era bailarino. Cartaz dele com Paula Bonomi. Balé Reflexos, 1982. Acervo Pessoal.
História: O avesso do avesso do avesso
Vicenta durante ensaio fotográfico com casaco feito de cobertor, no Centro Cultural São Paulo (CCSP). 2021. Créditos – Vicent Catala.
História: “Ref” para o mundo
Vicenta registrando momento durante a Oficina Processos Revelados, no Centro Cultural São Paulo (CCSP). São Paulo, 2023. Créditos – Julia Palladino.
História: “Ref” para o mundo
Ensaio do desfile Brasil: o país Campeão Mundial de Travestis. 2019. Créditos: Vincent Catala.
História: “Ref” para o mundo
Vicenta e amigas no Parque Taquaral, em Campinas, correndo. 1992. Créditos: Acervo Pessoal.
História: “Ref” para o mundo
Foto tirada durante o preparo da coleção “A costura do invisível”. 2004. Créditos – Alê Perroca.
História: Grito de liberdade
Foto tirada enquanto Jum elaborava sua coleção “A costura do invisível”. 2004. Crédito – Alê Perroca.
História: Grito de liberdade
Uma peça da coleção do estilista Jum Nakao chamada “A costura do invisível”. 2004. Créditos – Sandra Bordin.
História: Grito de liberdade